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EURODRIVE O guia Eurodrive
Os pináculos de mármore e os terraços no topo do Duomo de Milão.
Linate fica mesmo na orla leste de Milão, o que faz dele o acesso mais cómodo à capital italiana da moda e do design. Ao aterrar aqui, está a minutos da catedral e da alta-costura — e a uma curta viagem dos românticos lagos de Como e Garda. Eis como começar.
Abastecer perto do aeroporto. Se não contratou a opção de depósito cheio na entrega, pode abastecer perto do aeroporto — não há qualquer obrigação de devolver o carro cheio. A paragem mais próxima é a estação Beyfin no Viale Forlanini, com self-service 24 horas a minutos do terminal; a Deda Carburanti, aberta 24 horas na vizinha Segrate, é um recurso fiável.
Chegar ao centro. Linate é agora o terminal leste da novíssima linha de metro M4, que chega ao centro (San Babila, a dois passos do Duomo) em 12 a 15 minutos — notavelmente rápido. De carro, a cidade fica muito perto, mas atenção à portagem urbana Area C e à ZTL do centro histórico: muitas vezes é mais simples estacionar na periferia e apanhar o metro.
Onde passar a primeira noite. Fique perto do Duomo para os monumentos e as lojas, ou nos bairros artísticos de Brera e dos Navigli, junto aos canais, pelos restaurantes e bares de aperitivo.
O seu veículo. O seu Renault novo espera-o no centro de entrega M.D.S. PARC, no aeroporto de Linate, pronto para a cidade e os lagos com a fórmula de trânsito temporário.
A abóbada de vidro da Galleria Vittorio Emanuele II.
O Duomo e os seus terraços. A colossal catedral gótica de Milão, uma floresta de pináculos de mármore coroada pela dourada Madonnina, demorou quase seis séculos a construir. Entre para ver os vitrais e suba depois (a pé ou de elevador) aos terraços do telhado: caminha-se entre os pináculos, com a cidade — e, em dias claros, os Alpes — aos seus pés (a mesma vista que abre esta página).
A Galleria e o La Scala. Ao lado da catedral, a Galleria Vittorio Emanuele II e a sua abóbada de vidro — o mais antigo centro comercial do mundo — liga o Duomo à praça do La Scala e ao seu lendário teatro de ópera. Rode o calcanhar sobre o mosaico do touro para dar sorte e percorra depois o Quadrilátero da Moda, a malha da alta-costura entre a Via Montenapoleone e a Via della Spiga.
A Última Ceia e o Castello. Reserve com muita antecedência para contemplar a frágil «Última Ceia» de Leonardo da Vinci no refeitório de Santa Maria delle Grazie. Mesmo ali perto, o enorme Castello Sforzesco guarda a Pietà Rondanini inacabada de Miguel Ângelo e abre-se para o parque Sempione.
Brera, os Navigli e o design. Passeie pelo bairro artístico de Brera e a sua Pinacoteca e desça depois aos canais dos Navigli para o ritual do aperitivo. Os amantes do design acrescentarão a Fundação Prada e, em abril, o Salone del Mobile que invade toda a cidade.
O lago de Como e as suas aldeias, a uma hora a norte.
Os clássicos. É o berço do risotto alla milanese, dourado com açafrão e muitas vezes servido com ossobuco (jarrete de vitela estufado); da cotoletta alla milanese, o finíssimo escalope panado com osso; e, no inverno, da cassoeula, um substancial guisado de porco e couve. No Natal, a cidade enche-se de panettone, o alto pão doce em cúpula que aqui nasceu.
Mercados e mercearias finas. Petisque na Peck, a histórica mercearia gourmet junto ao Duomo, no mercado coberto da Piazza Wagner ou entre as bancas de street food do Mercato Metropolitano. Ao fim de semana, a enorme feira da ladra da Fiera di Sinigaglia estende-se ao longo da Darsena.
A hora do aperitivo. Milão inventou o ritual: a partir das 18h00, peça um Negroni ou um Milano-Torino (o cocktail de Campari e vermute nascido num bar milanês) e o balcão enche-se de petiscos a condizer. Os Navigli e Brera são os seus palcos clássicos.
O lago de Garda em Limone sul Garda, a leste.
Os lagos são o prémio e, a partir da orla leste de Linate, alcançam-se depressa. O lago de Como, com as suas margens de vivendas e o cenário de montanha, fica a cerca de uma hora a norte; o lago de Garda, o maior de Itália, a cerca de 1h15 a leste; o lago Maior e as suas ilhas Borromeias, a noroeste. Mais além erguem-se os contrafortes dos Alpes e, mais longe, as cidades de arte de Verona e Veneza.
O circuito ideal do primeiro dia. Que seja o lago de Como. Suba até à cidade de Como, com a sua catedral à beira de água e o seu funicular, siga a margem até à elegante Bellagio, na bifurcação do lago, embarque o carro no ferry até Varenna e regresse pelo ramal de Lecco e a autoestrada A4: cerca de 150 km que condensam todo o lago num dia inesquecível.
Milão estende-se na planície do Pó, com um clima continental húmido: verões quentes e abafados e invernos frios e muitas vezes de nevoeiro. De abril a junho e de setembro a outubro é a melhor altura — dias amenos, jardins em flor ou vinhas a corar, e os lagos no seu melhor. O verão é quente e húmido e, em agosto, grande parte da cidade fecha para o Ferragosto: rume à água. O inverno é cinzento e frio mas cheio de atmosfera, com uma grande temporada de ópera e de design; as semanas da moda (fevereiro e setembro) e o Salone del Mobile de abril enchem os hotéis — reserve cedo.
Se as suas escapadelas subirem para os lagos ou os Alpes, lembre-se de que em muitas estradas do norte de Itália os pneus de inverno ou as correntes a bordo são obrigatórios de 15 de novembro a 15 de abril — atente aos sinais e equipe o carro antes de subir à montanha.
Portagens: as autoestradas italianas (autostrade) são pagas — retire um bilhete à entrada e pague à saída, com cartão ou em dinheiro (evite as vias amarelas reservadas ao Telepass).
Limites de velocidade: 130 km/h em autoestrada (110 com chuva), 90 em estrada, 50 na cidade — os radares (autovelox) são frequentes.
Combustível: «benzina» é gasolina, «gasolio/diesel» é gasóleo.
ZTL e zonas de Milão: a maioria dos centros históricos italianos tem uma ZTL (zona de trânsito limitado) que multa os veículos sem autorização — estacione fora e entre a pé. Em Milão, a Area C central é uma portagem urbana que se paga para entrar no núcleo histórico, ao passo que a Area B é uma zona de baixas emissões que cobre quase toda a cidade: o seu Renault Eurodrive recente (Euro 6) cumpre as normas de emissão da Area B, mas a Area C continua a ser paga — estacionar na periferia e apanhar o metro M4 costuma ser o mais simples.
Tempos indicativos de carro a partir do centro de entrega.
Milão (Linate): estilo, design e a porta dos lagos
Reservar o seu veículoFotos : Daniel Case (CC BY-SA 3.0) · High Contrast (CC BY 3.0 de) · Николай Максимович (CC BY 3.0) · Aciarium (CC BY 4.0) — Wikimedia Commons.