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Nantes: onde o Loire encontra o Atlântico

O guia Eurodrive

O brasão de Nantes — um navio sobre as ondas — a coroar a câmara municipal.

O brasão de Nantes — um navio sobre as ondas — a coroar a câmara municipal.

Antigo grande porto na foz do Loire, Nantes é uma cidade de energia inventiva — lúdica, verde e um pouco surrealista. Ao aterrar aqui, fica idealmente posicionado para a costa atlântica, as salinas selvagens e o famoso vinho branco do oeste do Loire. Eis como aproveitar a sua estada ou a sua partida.

⛽ Abastecer perto do centro de entrega

A mais próxima — TotalEnergies Access Pont de Cheviré ZI de Cheviré, Rte de Pornic (RD723), Bouguenais Horário: 24 horas · a ~4 km
Outra opção — No aeroporto, Bouguenais No aeroporto; verifique a disponibilidade das bombas

O essencial prático, primeiro

Abastecer perto do aeroporto. Se não contratou a opção de depósito cheio na entrega, pode abastecer perto do aeroporto — não há qualquer obrigação de devolver o carro cheio. A opção 24 horas mais prática é o TotalEnergies Access da ponte de Cheviré, na via que segue para a cidade, havendo também uma estação no próprio aeroporto. Ambas permitem um último abastecimento mesmo junto ao ponto de devolução.

Chegar ao centro. O centro de entrega fica em Saint-Aignan-de-Grand-Lieu, mesmo a sul do aeroporto; uma carreira (shuttle) chega ao coração de Nantes em cerca de vinte minutos e, de carro, a via de circunvalação (périphérique) leva-o rapidamente.

Onde passar a primeira noite. O bairro medieval de Bouffay, um dédalo de ruelas de calçada, e as imediações do castelo são centrais e percorrem-se inteiramente a pé.

O seu veículo. O seu Renault novo espera-o no centro de entrega Alterpark, a dois passos do aeroporto de Nantes Atlantique, ao abrigo da fórmula de trânsito temporário — pronto para seguir viagem rumo ao Loire ou ao oceano.

O Grande Elefante mecânico das Machines de l'île.

O Grande Elefante mecânico das Machines de l'île.

Os imperdíveis de Nantes

O Castelo dos Duques da Bretanha. Cercado por um fosso em pleno centro da cidade, este último grande castelo antes do oceano foi residência dos duques da Bretanha e de Ana da Bretanha. A volta pelas muralhas é livre e gratuita; no interior, o Museu de História de Nantes percorre o passado portuário — e negreiro — da cidade em cerca de trinta salas.

Les Machines de l'île. Nos antigos estaleiros navais da Île de Nantes ergue-se um bestiário mecânico digno de Júlio Verne, filho da cidade. O Grande Elefante, doze metros de madeira e aço, passeia os seus passageiros enquanto barrita; ao lado, o Carrossel dos Mundos Marinhos e a Galeria das Máquinas. É a grande atração da cidade.

Le Voyage à Nantes. Siga a linha verde pintada no chão: ao longo de uma dúzia de quilómetros liga os monumentos e as obras de arte contemporânea espalhadas pela cidade. Todos os verões o percurso ganha instalações efémeras — uma forma lúdica de ver tudo sem se perder.

A Passage Pommeraye e a velha Nantes. Esta galeria comercial de 1843, com as suas escadarias monumentais e estátuas, é uma joia. Complete com a catedral de Saint-Pierre-et-Saint-Paul, o Jardim das Plantas, os palacetes de armadores da Île Feydeau e uma pausa numa esplanada da Place du Bouffay.

As salinas de Guérande.

As salinas de Guérande.

Nantes gastronómica: mercados, muscadet e beurre blanc

O mercado de Talensac. De terça a domingo de manhã, o maior mercado de Nantes transborda de peixe do Atlântico, legumes do campo nantês e queijos — toda a região ao ar livre, a dois passos do centro.

O muscadet e o beurre blanc. A região vinhateira de Nantes, a sudeste da cidade, produz o muscadet, um branco seco e vivo estagiado sobre as borras, companheiro ideal das ostras e do peixe. O grande prato local? O lúcio com beurre blanc, aquela emulsão de manteiga, chalota e vinho branco inventada nas margens do Loire.

As doçarias de Nantes. O gâteau nantais (amêndoa e rum), os berlingots multicoloridos e, sobretudo, a bolacha petit-beurre LU, aqui nascida: a Torre LU, antiga fábrica de bolachas, vela ainda sobre a cidade. Nos queijos, prove o curé nantais, de casca alaranjada.

Onde se sentar à mesa. Empurre a porta da brasserie La Cigale, em frente ao teatro Graslin: a sua decoração Belle Époque de 1895, classificada, vale por si só a visita, com um prato de marisco e um copo de muscadet na mão.

Barcos amarrados no Erdre, com a Torre Bretanha ao fundo.

Barcos amarrados no Erdre, com a Torre Bretanha ao fundo.

A sua primeira road trip a partir de Nantes

O oceano está bem perto e o estuário abre as suas paisagens em leque. A oeste, a grande praia de La Baule, a cidade medieval de Guérande e as suas salinas ficam a cerca de uma hora. A sul, a Côte de Jade em redor de Pornic, a Vendée e o Marais Poitevin, a «Veneza Verde», percorrem-se de barco. Seguindo o Loire para leste, chega a Angers, Saumur e aos primeiros grandes castelos numa hora a hora e meia.

O circuito perfeito do primeiro dia. Siga rumo a oeste até Guérande, cingida de muralhas; percorra as salinas onde ainda se colhe à mão a flor de sal, e depois almoce marisco em Le Croisic ou na marginal de La Baule. Regresse por Saint-Nazaire, com a sua gigantesca ponte sobre o estuário e os seus estaleiros transatlânticos: cerca de 180 km que resumem, num só dia, todo o país nantês entre sal, areia e grande indústria.

Quando vir? Clima e estações

Nantes goza de um clima oceânico ameno: os invernos são suaves mas cinzentos e húmidos, os verões quentes sem excessos, temperados pela proximidade do oceano. Maio-junho e setembro são ideais — dias longos e amenos, a região vinhateira e as salinas no seu melhor, as praias ainda tranquilas. Julho e agosto enchem a costa: parta cedo rumo a La Baule ou Noirmoutier para evitar as filas na via de circunvalação. A chuva pode surgir em qualquer estação, por isso tenha um impermeável à mão.

Quanto à agenda, a cidade vive ao ritmo dos seus acontecimentos: a Folle Journée, grande festival de música clássica do final de janeiro, o Voyage à Nantes durante todo o verão e o carnaval na primavera. Aqui não há qualquer condicionante de inverno: a região é plana e sem obrigação de pneus de neve.

Conselhos de condução em França

Portagens: muitas autoestradas francesas são pagas. A maioria das barreiras aceita cartão bancário contactless — tenha um à mão.
Limites de velocidade: 130 km/h em autoestrada (110 com chuva), 80 em estrada, 50 na cidade.
Combustível: «essence» (SP95/SP98) para motores a gasolina, «gazole/diesel» para os diesel.
Conduzir na cidade: a Nantes Métropole criou uma zona de baixas emissões (ZFE). Boa notícia: o seu veículo Eurodrive, novo, está isento — não precisa de qualquer vinheta.

A que distância de carro?

Nantes (centro)12 km · 20 min
Pornic45 km · 45 min
Saint-Nazaire55 km · 50 min
La Baule75 km · 1 h
Guérande80 km · 1 h 10
Noirmoutier80 km · 1 h 20
Angers95 km · 1 h 10
Saumur140 km · 1 h 40

Tempos indicativos de carro a partir do centro de entrega.

📍 O seu centro de entrega

Renault Eurodrive / Alterpark Perto do aeroporto de Nantes Atlantique 10, rue Antoine de Saint-Exupéry44860 Saint-Aignan-de-Grand-Lieu, France

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Fotos : Selbymay (CC BY-SA 3.0) · Mechtraveller (CC BY-SA 4.0) · Demeester (CC BY-SA 3.0) · Eusebius (Guillaume Piolle) (CC BY 3.0) — Wikimedia Commons.