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EURODRIVE O guia Eurodrive
Paris a partir do sul: a estrada rumo a sul espera-o.
Orly fica mesmo a sul de Paris, e essa localização é uma dádiva para quem gosta de road trips: já está apontado para o Loire, a Borgonha e o sul ensolarado. Com um carro novo e a capital a dois passos, pode ter o melhor de dois mundos — uma amostra de Paris e uma fuga fácil até ao campo. Eis como tirar partido disso.
Abastecer perto do aeroporto. Se não contratou a opção de depósito cheio na entrega, pode abastecer perto do aeroporto — não há qualquer obrigação de devolver o carro com o depósito cheio. A opção mais próxima é a estação AVIA de Orly, mesmo junto aos terminais, aberta todos os dias das 6h00 às 22h00. Logo à saída do aeroporto, o Total da Avenue de la Victoire é outra possibilidade durante a semana e ao sábado (encerra ao domingo).
Chegar ao centro. A ligação Orlyval faz a ligação ao RER B, enquanto o elétrico T7 e o metro chegam ao coração de Paris em cerca de 35 a 45 minutos. De carro, a A6 sobe para a capital a norte — ou desce a direito rumo a Lyon e ao sol, a sul.
Onde passar a primeira noite. O Quartier latin e Saint-Germain-des-Prés, no lado sul da cidade, são um primeiro ponto de apoio fácil e cheio de ambiente, com parques de estacionamento por perto.
O seu veículo. O seu Renault novo espera-o no centro de entrega de Orly, já virado para a estrada do sul, com a fórmula de trânsito temporário.
O elegante jardim do sul de Paris.
O coração histórico. A Île de la Cité, a Notre-Dame a renascer sobre o Sena e as pontes que unem as duas margens: foi aqui que Paris nasceu.
A margem esquerda. Ao aterrar em Orly, chega pelo lado sul da cidade — comece então por aqui: o Quartier latin, o Panteão, Saint-Germain-des-Prés e o elegante Jardim do Luxemburgo, onde os parisienses leem, jogam xadrez e dormitam nas célebres cadeiras verdes.
Os grandes clássicos. A Torre Eiffel, o Louvre, os Campos Elísios e o Arco do Triunfo dispensam apresentações — reserve-lhes um dia inteiro e vá sem pressas.
Montparnasse. Suba ao topo da Torre Montparnasse ao anoitecer: oferece a única vista de conjunto que inclui verdadeiramente a Torre Eiffel, a cintilar a cada hora depois de escurecer.
A Borgonha, a três horas para sul.
Os mercados. No lado sul, o mercado da rue Mouffetard desce por uma rua medieval junto ao Quartier latin; do outro lado da cidade, o mercado d'Aligre e o mercado da Bastilha acumulam queijos, enchidos e ostras. Venha de estômago vazio.
A pastelaria parisiense. O Paris-Brest — uma coroa de massa choux e creme de praliné — nasceu aqui em 1910 para a prova de ciclismo Paris-Brest-Paris; junte-lhe o éclair, o mille-feuille e o croissant morno de uma boa padaria ao início da manhã.
O bistrô. Para a verdadeira tradição, instale-se numa esplanada e peça os clássicos: um jambon-beurre ao meio-dia e, a seguir, um steak-frites, uma sopa de cebola ou um ovo com maionese, acompanhados por um copo de tinto.
Serões à beira do Sena.
A posição a sul de Orly aproxima o campo, e escapa-se sem nunca atravessar Paris. Versalhes e o seu palácio ficam a curta distância para oeste; Chartres e a sua catedral, a uma hora para sudoeste; e os grandes castelos do Loire — Chambord, Chenonceau — a menos de duas horas. Pela A6 para sul, os vinhedos da Borgonha em torno de Beaune surgem em cerca de três horas, com Lyon, capital gastronómica, mais além. Em família, a Disneyland Paris fica acessível pela circular este.
O circuito perfeito do primeiro dia. Siga a direito para sul, longe do trânsito urbano: chegue a Fontainebleau e ao seu castelo real escondido numa das mais belas florestas de França (cerca de 45 minutos), passeie pela aldeia de pintores de Barbizon e descubra o sumptuoso castelo de Vaux-le-Vicomte junto a Melun antes de regressar a Orly — cerca de 120 km de florestas e castelos, sem um único engarrafamento parisiense.
Com um clima oceânico temperado, a região de Paris visita-se todo o ano. Abril-junho e setembro-outubro são os mais agradáveis: temperaturas amenas, jardins em flor, serões longos e afluência razoável. O verão é quente e animado, mas em agosto muitos parisienses partem — a cidade respira e o trânsito acalma. O inverno é fresco e muitas vezes cinzento, sendo a neve rara: iluminações, mercados de Natal e longas tardes de museu. A região é plana: aqui não é exigido qualquer equipamento de inverno. Em contrapartida, se a sua rota subir para os Alpes ou o Jura entre 1 de novembro e 31 de março, a lei da Montanha exige pneus de inverno ou correntes nos maciços em causa.
Portagens: muitas autoestradas francesas são pagas, incluindo a A6 para sul. A maioria das barreiras aceita cartão bancário contactless — tenha um à mão.
Limites de velocidade: 130 km/h em autoestrada (110 com chuva), 80 em estrada, 50 na cidade.
Combustível: «essence» (SP95/SP98) para motores a gasolina, «gazole/diesel» para os diesel.
Conduzir na cidade: Paris e a primeira coroa formam uma ZE (zona de baixas emissões, Crit'Air). Boa notícia: o seu veículo Eurodrive está isento — não precisa de nenhuma vinheta.
Tempos indicativos de carro a partir do centro de entrega.
Paris–Orly: partida rumo a sul para uma aventura francesa
Reservar o seu veículoFotos : Jean-Pierre Lavoie (CC BY-SA 3.0) · Jorge Royan (CC BY-SA 3.0) · Sheri (CC BY-SA 2.0) · Herry Lawford (CC BY 2.0) — Wikimedia Commons.